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Ginecologistas Especialistas em HPV no Porto: quando marcar consulta?

Ginecologistas Especialistas em HPV no Porto
Última revisão em:
30 de Junho 2026
Última revisão em:
30 de Junho 2026
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    A consulta com ginecologistas especialistas em HPV é indicada quando existe teste de HPV positivo, alterações no Papanicolau, verrugas genitais, lesões no colo do útero ou necessidade de vigilância após colposcopia.

    No Douro Centro Médico, no Porto, a avaliação do HPV é feita de forma individualizada, tendo em conta a idade, antecedentes ginecológicos, resultados anteriores, vacinação, sintomas, fatores de risco e plano de rastreio adequado.

    O que faz um ginecologista especialista em HPV?

    Um(a) ginecologista especialista em HPV avalia a presença do vírus, o tipo de HPV identificado e o risco de alterações no colo do útero. 

    A consulta ajuda a interpretar resultados, distinguir situações que exigem apenas vigilância de casos que precisam de estudo adicional e definir um plano de seguimento seguro.

    Ginecologista especialista em HPV no Douro Centro Médico

    No Douro Centro Médico, a avaliação diferenciada de HPV é realizada em consulta de Ginecologia pela Dr.ª Conceição Domingues, médica especialista em Ginecologia e Obstetrícia.

    A Dr.ª Conceição Domingues tem diferenciação em Ginecologia Oncológica, rastreio e diagnóstico de cancro ginecológico, acompanhando situações relacionadas com HPV, alterações do colo do útero, lesões pré-malignas e vigilância ginecológica.

    Ginecologia e Obstetrícia

    Quando deve marcar consulta por HPV?

    Deve ponderar marcar consulta de Ginecologia quando existe um resultado positivo para HPV ou quando há alterações nos exames de rastreio do colo do útero.

    Também pode ser importante uma avaliação se surgirem sintomas genitais, lesões visíveis ou dúvidas sobre transmissão, vacinação ou risco para o parceiro.

    As situações mais frequentes incluem:

    • Teste de HPV positivo;
    • HPV de alto risco, incluindo HPV 16 ou HPV 18;
    • Papanicolau alterado;
    • Indicação para colposcopia;
    • Verrugas genitais ou condilomas.

    Na nossa experiência clínica, muitas mulheres ficam preocupadas ao receber um resultado positivo. É importante reforçar que ter HPV não significa, por si só, ter cancro ou vir a desenvolver cancro.

    O que significa ter HPV positivo?

    HPV significa vírus do papiloma humano. É uma infeção muito frequente, transmitida sobretudo por contacto sexual íntimo, mesmo quando não existem sintomas.

    Existem vários tipos de HPV. Os de baixo risco estão mais associados a verrugas genitais. Os de alto risco podem estar relacionados com lesões pré-malignas e cancro do colo do útero, sobretudo quando a infeção persiste.

    Na maioria dos casos, o organismo controla ou elimina o vírus ao longo do tempo. Por isso, um teste de HPV positivo deve ser interpretado em conjunto com o tipo de HPV, o resultado do Papanicolau e os antecedentes ginecológicos.

    Qual é a diferença entre teste de HPV, Papanicolau e colposcopia?

    O teste de HPV, o Papanicolau e a colposcopia avaliam aspetos diferentes da saúde do colo do útero. Em muitos casos, são usados em conjunto para perceber se existe apenas presença do vírus ou se já há alterações celulares associadas.

    O teste HPV pesquisa a presença de tipos de HPV de alto risco, que podem estar associados a alterações no colo do útero quando persistem ao longo do tempo.

    O Papanicolau, também chamado citologia cervical, avalia as células do colo do útero e ajuda a identificar alterações inflamatórias, infeções ou lesões que precisem de vigilância.

    A colposcopia é indicada quando é necessário observar o colo do útero com maior detalhe, geralmente após um rastreio de HPV positivo, um Papanicolau alterado ou outra suspeita clínica.

    Se durante a colposcopia for identificada uma área que precisa de confirmação, pode ser realizada colposcopia com biópsia. A biópsia permite analisar uma pequena amostra de tecido em laboratório.

    Como é feita a avaliação do HPV?

    A avaliação começa pela interpretação dos resultados já existentes, como teste de HPV, Papanicolau, colposcopia ou biópsias anteriores, quando existem.

    Também consideramos fatores que podem influenciar o seguimento, como idade, sintomas, gravidez, menopausa, vacinação contra HPV, tabagismo, imunossupressão e antecedentes de lesões do colo do útero.

    O exame ginecológico permite observar a vulva, a vagina e o colo do útero. Com base nesta informação, definimos se faz sentido manter vigilância, repetir exames ou avançar para colposcopia ou biópsia dirigida.

    Existe tratamento para o HPV?

    Não existe um tratamento específico para eliminar diretamente o HPV do organismo. Na maioria dos casos, especialmente em pessoas jovens e saudáveis, o sistema imunitário consegue controlar ou eliminar o vírus ao longo do tempo.

    O tratamento é dirigido às manifestações clínicas associadas ao HPV, quando existem.

    Situação associada ao HPV

    Abordagem possível

    HPV positivo sem alterações relevantes

    Vigilância e repetição de exames no intervalo recomendado

    Verrugas genitais ou condilomas

    Tratamentos locais, como medicamentos tópicos, laser, cauterização ou crioterapia

    Lesões pré-malignas do colo do útero

    Vigilância, excisão cirúrgica ou laser, conforme o grau da lesão

    Cancros associados ao HPV

    Tratamento oncológico específico

    A decisão deve ser sempre individualizada. Tratar em excesso pode levar a procedimentos desnecessários, mas vigiar de menos pode atrasar o diagnóstico de alterações relevantes.

    Por isso, recomendamos que os resultados sejam interpretados em consulta, com um plano de seguimento adequado ao caso concreto.

    HPV e cancro do colo do útero: qual é o risco?

    O HPV de alto risco é o principal fator associado ao cancro do colo do útero. Ainda assim, a maioria das infeções por HPV não evolui para cancro.

    O risco aumenta quando a infeção persiste ao longo do tempo e provoca alterações nas células do colo do útero.

    É por isso que o rastreio tem um papel essencial. O objetivo não é apenas detetar cancro, mas identificar lesões precursoras numa fase em que ainda podem ser acompanhadas ou tratadas.

    Quando existem alterações persistentes, lesões pré-malignas, antecedentes relevantes ou necessidade de orientação diferenciada, a avaliação pode ser articulada com Ginecologia Oncológica.

    Como reduzir o risco de HPV e das suas complicações?

    A prevenção passa por vacinação, rastreio e cuidados de saúde sexual. Nenhuma medida elimina totalmente o risco, mas a combinação reduz a probabilidade de doença associada ao HPV.

    A vacinação contra o HPV é uma das formas mais importantes de prevenção. Idealmente deve ser realizada antes do início da vida sexual, mas pode ser considerada noutros contextos, de acordo com a idade, história vacinal e orientação médica.

    O preservativo reduz o risco de transmissão, mas não elimina completamente o risco, porque o HPV pode envolver áreas genitais não cobertas pelo preservativo. 

    Também recomendamos cumprir o rastreio do colo do útero, evitar tabaco, tratar infeções ginecológicas quando existem e realizar avaliação médica perante sintomas persistentes.

    FAQs

    Perguntas frequentes

    Não. HPV positivo significa que foi detetado o vírus, não que existe cancro. O passo seguinte é perceber se é HPV de alto risco, se o Papanicolau está alterado e se existe indicação para colposcopia ou vigilância.

    Na mulher, o HPV é habitualmente avaliado por um(a) ginecologista. Quando existem alterações no colo do útero, HPV persistente, lesões pré-malignas ou necessidade de colposcopia, é importante que a avaliação seja feita por um(a) ginecologista com experiência em patologia cervical.

    Na maioria dos casos, o HPV não causa sintomas. Muitas mulheres só descobrem a infeção através do teste HPV ou do Papanicolau.

    Quando existem sintomas, podem surgir verrugas genitais, lesões visíveis, desconforto, sangramento após relações sexuais ou alterações identificadas no exame ginecológico.

    Nem sempre. A necessidade de colposcopia depende do tipo de HPV, do resultado da citologia, da idade e dos antecedentes. HPV 16 ou HPV 18, Papanicolau alterado ou persistência do HPV podem justificar avaliação mais detalhada.

    O HPV de baixo risco está mais associado a verrugas genitais. O HPV de alto risco pode estar associado a lesões pré-malignas e cancro do colo do útero. Ter HPV de alto risco não significa ter cancro, mas exige seguimento adequado.

    Depende. O HPV pode afetar homens e mulheres, mas não existe um rastreio equivalente ao rastreio do colo do útero para homens sem sintomas. Se existirem verrugas, lesões genitais, dor, ardor, corrimento ou suspeita de outra infeção sexualmente transmissível, o parceiro deve procurar avaliação médica.

    Sim. A vacina reduz muito o risco de infeção pelos tipos de HPV incluídos na vacina, mas não protege contra todos os tipos existentes. Por isso, mesmo mulheres vacinadas devem manter o rastreio recomendado.

    Nem toda a comichão, ardor, ferida, corrimento ou dor nas relações é causada por HPV. Outras causas possíveis incluem candidíase, herpes genital, sífilis, dermatites, alergias, tricomoníase, clamídia, gonorreia, alterações hormonais ou inflamações vaginais.

     

    Quando indicado, pode ser útil realizar teste de DST / IST e avaliação ginecológica.

    Agende uma consulta de Ginecologia

    No Douro Centro Médico

    Av. da Boavista 197, 2ºB, 4050-115 Porto, Portugal

    Aviso médico: A informação apresentada não substitui a avaliação por um ginecologista do Douro Centro Médico. Em caso de sintomas ou dúvidas, agende uma consulta.